Até agora contei sobre as 24 horas que passei em Salta, na Argentina.
Resuminho: nelas falei da boa relação custo X benefício do Del Vino Boutique Hotel, do interessantíssimo museu MAAM, da linda arquitetura colonial da cidade, do Cerro São Bernardo que tem uma bela vista onde deve contemplado o pôr do sol e a chegada da noite, do folclore local: a Peña e a feira de artesanato.
Agora é hora de pegar estrada rumo à Cafayate!
Eu viajei de van porque estava com um grupo de jornalistas, mas desejei estar de carro para ter uma vista melhor do caminho que é lindíssimo. Então se você é aquele tipo de viajante que gosta de dirigir, parar quando der vontade, fotografar tudo que lhe encanta, não ter roteiros pré determinados, alugue um carro e pé na tábua!
O vento leva para a Ruta Nacional 68, são 186 quilômetros até chegar em Cafayate. A viagem deve levar cerca de quatro horas por uma estrada cheia de curvas, estreita, com alguns precipícios, que merece cuidado. Haverá muitas paradas, como eu falei o cenário é de uma beleza rara. A primeira parte é bonita.
Paramos na Quebrada de las Conchas, entramos em uma fenda gigante onde uma montanha feita de argila com formatos irregulares talhados pelo vento nos faz ter a impressão de estarmos em outro planeta. A acústica é ótima e um músico tocava seu saxofone enquanto os visitantes posavam para fotos.
Na entrada uma vendedora de tortillas... Deu uma fominha, mas guardei para o almoço que nos esperava na La Casa de la Bodega.
A segunda metade é de arrepiar! Subimos em um cerro de onde temos uma visão angular das formações rochosas, do contraste do marrom escuro, claro, avermelhado, com as nuvens entrando e saindo, um rio passando, o verde do pasto e a imensidão e silêncio sobressaindo.
Nestas horas viramos crianças! Nesta foto Sorrel e Vichy se divertem entre um clic e outro e driblando o vento que era forte!

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